Literatura de Gabriel García Márquez e os movimentos trabalhistas na américa latina
DOI:
https://doi.org/10.55386/11ch3s42Palavras-chave:
Direito, Literatura, América Latina, Movimentos sociais, MemóriaResumo
Este estudo partiu do interesse em desenvolver um estudo que pudesse refletir a história dos movimentos trabalhistas na América Latina do século 20, como ensejos necessários para a criação literária de Gabriel García Márquez, em Cem anos de solidão (1967). Primeiramente, parte-se da ideia do entrecruzamento de discursos entre a história e a ficção, ou seja, a possibilidade de uma análise literária não como forma de explicar os acontecimentos históricos e culturais, mas os tornar referências para a construção do texto. Em seguida, passa-se para um estudo pontual de como a questão trabalhista, os movimentos sociais e a intervenção do Estado se desenvolveram na América Latina e como isso gerou reflexos na literatura latino-americana. Por fim, analisa-se como García Márquez
tomou por base aspectos sociais, econômicos e culturais na construção de sua narrativa. Como resultado, verifica-se a arte no resgate da memória coletiva e da identidade de um povo, a reflexão sobre si mesmo e sobre sua inserção nos movimentos sociais e na conquista de direitos.
Referências
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Direitos autorais (c) 2026 Themis Revista Jurídica

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.