A sociedade tecnológica reduz direitos sociais?
DOI:
https://doi.org/10.55386/c0k0he07Palavras-chave:
Sociedade, Tecnologia, Redução direitos sociaisResumo
As alterações sociais provocadas pela revolução tecnológica disruptiva fazem-se presentes no cotidiano das pessoas. Novos produtos
implicam novos mercados os quais, por sua vez, modificam estruturas consolidadas, como a forma de trabalhar no estilo fordista, em que havia um centro comum de produção: a sede da empresa e sua fábrica. O trabalho remunerado continua sendo o centro propulsor da economia, pois é a fórmula mais barata encontrada pelo capitalismo para distribuir renda, necessária para fomentar o consumo em massa. Depois de resolver grande parte da produção, transferindo o trabalho para as máquinas, resta agora ao capitalismo tecnológico encontrar consumidores que, juntamente aos trabalhadores, necessitam de proteção contra o poder econômico, especialmente pela implementação de políticas públicas consistentes. Nesse sentido, o presente estudo, por meio da pesquisa doutrinária e sociológica, analisa os efeitos das inovações tecnológicas nos direitos sociais, concluindo, ao final, que houve redução de garantias constitucionalmente asseguradas aos cidadãos, especialmente no âmbito trabalhista e na previdência social.
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